BEDA #23- UM AMOR CHAMADO AGATHA CHRISTIE

Olá Divas! Um milhão de desculpas por ter falhado ontem mas é que estava com uma gripe que me “pregou na cama”. Mas enfim, hoje haverão dois posts. Nesse post eu gostaria de falar sobre uma das minhas autoras favoritas: Agatha Christie!

Agatha Christie

Agatha Mary Clarissa Christie, mais conhecida como Agatha Christie, foi uma autora britânica, que se destacou especialmente pelo subgênero romance policial, tanto que ficou conhecida como a Rainha do Crime!

Falando assim parece até meio mórbido, mas não são as mortes que me seduzem, mas sim a trama bem construída, os personagens peculiares, o desejo de chegar até o final do livro para saber quem cometeu o crime ou os crimes. Isso mesmo, por vezes há mais de um crime na história então fica aquela sensação de insegurança sem saber se ou quando a próxima personagem irá morrer.

O seu primeiro livro, O Misterioso Caso de Styles foi publicado 1.920 e teve 2.000 cópias vendidas. É a autora de 80 romances policiais e compilações de pequenas histórias. 19 peças e seis romances escritos sob o nome de Mary Westmacott.

Gostaria de ter a obra completa, no momento eu só tenho 20 livros, mas ainda chego lá.

Agatha Christie

Lembrando que a maioria dos livros eu paguei menos da metade do preço comprando na Estante Virtual, para saber mais é só clicar aqui.

Quando você lê alguma obra dela pode achar um pouco estranho, devido às formalidades, à linguagem culta, polida. Mas é preciso lembrar que a autora é britânica, que por si só já explica a formalidade. Mas as histórias se passam em meados dos anos 1940, pelo menos as primeiras obras, então dê uma chance.

Não poderia falar em Agatha Chrisite sem mencionar o seu personagem mais ilustre: Hecule Poirot, um dos personagens mais bem construídos que eu já “conheci”, sim conheci, visto que parece até que ele tem vida própria, tanto que ela o matou na obra Cai o Pano. Segundo Christie, quando publicou a história, disse que preferia matar o seu personagem mais famoso para evitar publicações que ela não aprovaria, após a sua morte. Exagero? Talvez, mas acho que deu um tom a mais de dramaticidade.

Confesso que tenho esse livro, mas ainda não tive coragem de ler, me condenem!

Poitot é um detetive belga e estrela a maior parte das obras da autora. Extremamente metódico ele desvenda os casos mais complicados apenas colocando para funcionar as suas “células cinzentas”, como ele costuma (dizer).

 

Se me permitem, gostaria de indicar o livro Assassinato no Expresso Oriente, é insano!

 

Bom, espero que tenham gostado! Beijão, Deus abençoe!


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